Radiohead US$8.783,00

April 19th, 2010 Phonobase Music Services Posted in Indústria Fonográfica, Mercado 3 Comments »

Tudo começou no Twitter assim:

“Vende-se faixa inédita do Radiohead, tiragem única e exclusiva. O preço dessa raridade: US$8.783,00.”
“Radiohead is selling an special unreleased, exclusive track. The price: US$8.783,00.”
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Você veio até aqui para pagar o valor da faixa ou só por curiosidade?
Quanto vale a música?
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Are you here to pay the price or just curious?
What’s the price of music?
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Brincadeira.
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Just kidding.


Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá

January 31st, 2010 Phonobase Music Services Posted in Divulgação, Indústria Fonográfica, Marketing, Mercado 3 Comments »

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá I: dar música de graça.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá II: press kit.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá III: sorteio de camiseta na webrádio gratuita da CBNC (Comunidade das Bandas que Ninguém Conhece). Seguida da execução da música de trabalho desconhecida.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá IV: ficar amigo do programador do festival da Conchinchina e convidá-lo para tomar cerveja fria no bar da esquina.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá V: robôs que aumentam os plays e views do MySpace e YouTube.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá VI: scripts automáticos no Twitter para aumentar o número de seguidores.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá VII: usar softwares caçadores de emails para “incrementar” o mailing list da banda.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá VIII: pedir favores ao amigo do amigo do amigo da sua tia que trabalha na Globo.


Assembléia Setorial Estadual de Música – São Paulo

January 13th, 2010 Phonobase Music Services Posted in Direitos Autorais, Divulgação, Indústria Fonográfica, Mercado 10 Comments »

CONVOCAÇÃO – 18/01/2010

A Coordenação do Fórum Permanente da Música de São Paulo e a direção da Cooperativa de Música, conjuntamente com os demais entes envolvidos na II Conferência Nacional de Cultura, em especial a Rede Música Brasil , pelo presente, CONVOCAM todos os profissionais que atuam na denominada cadeia produtiva da música no Estado de São Paulo, observando as regras adotadas pelo Ministério da Cultura (MINC) através da Portaria n. 04, de 03 de dezembro de 2009 e suas posteriores alterações, para participarem, no próximo dia 18 de janeiro de 2010, na Sala Guiomar Novaes, na sede da Funarte em São Paulo, situada na Alamenda Nothmann, 1058 Campos Elíseos São Paulo , das 18:30 às 20:30, da Assembléia Setorial de Música.

Na oportunidade serão eleitos 03 (três) representantes do Estado para atuação na Pré-Conferência Setorial de Música que será realizada até 28 de fevereiro/2010, cujo cronograma será oportunamente disponibilizado pelo MINC.

Importante observar que, para participar na condição de candidato a delegado, deverá o interessado fazer o registro de sua candidatura em formulário próprio disponibilizado no site do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC).

Os nomes indicados serão subscritos pelo Fórum Permanente da Música de São Paulo e pela Cooperativa de Música , sem prejuízo para demais entidades ou coletivos que compõem a diversidade da música paulista também subscreverem.

Contamos com a participação de todas e todos.

Serviço
Data: 18 de janeiro, às 18 horas
Local: Sala Guiomar Novaes-Funarte
Endereço: Alameda Nothmann, 1058 Campos Elíseos São Paulo – SP


Por uma Licença Digital Única para a Música

October 24th, 2009 Phonobase Music Services Posted in Direitos Autorais, Indústria Fonográfica, Licenciamento 4 Comments »

Título Original: PRS and PPL must merge and license One Digital Right for Music
Autor: Jeremy Silver
Tradução: Phonobase Music Services

OBS 1: Sugestões para aperfeiçoar a tradução são benvindas.
OBS 2: Thanks for let us translate your post, Jeremy!

PRS (Performing Right Society) e PPL (Phonographic Performance Limited) devem se fundir e é preciso fazer isso agora. Elas não podem mais resistir às forças conflitantes que as cercam. Devem permitir a combinação dos direitos de propriedade intelectual em um único – inteligível e eficiente – pacote licenciável e isso deve ser feito no Reino Unido por mais doloroso que seja a curto prazo – e, em seguida, espalhar o modelo para a Europa e para o resto do mundo. A PRS já anunciou medidas de redução de custos e demissões lamentáveis, mas o fato é que são medidas pequenas se comparadas com a exigência de uma reforma fundamental.

A crise da indústria fonográfica aproxima-se do olho de sua tempestade perfeita. A venda de CDs das majors continua a cair não obstante os valiosos esforços de injetar vida nova no modelo antigo (o belo trabalho no relançamento dos Beatles é o exemplo retrô do dia). Os pilares fundamentais da indústria – as sociedades de arrecadação – estão sendo estraçalhadas por uma combinação da atuação agressiva, mas confusa, da Comissão Européia, das ações de interesse próprio de seus membros em apropriar-se do negócio de direitos para si mesmos, e por dois Conselhos de Gerenciamento que parecem inexplicavelmente lentos para responder a um chamado urgente. Conforme a recessão bate à porta e as taxas de execução musical continuam a ser arrecadadas de forma ineficiente e descordenada, progressivamente as músicas tocadas em público começam simplesmente a desaparecer da vida pública. Não será uma questão de custo, acontecerá simplesmente porque é extremamente difícil neste mundo digital e em recessão lidar com uma indústria fonográfica que não se reconstrói.

Muitos comentários são feitos sobre como as leis de competição e as diretivas da UE estão impedindo as majors de resolver os problemas da indústria. Também existem várias tentativas de trazer para perto uma legislação protecionista atrasada que procura proteger o velho modelo. Mas o velho modelo é somente isso: velho. Nenhum dos lobbys e esforços ativistas da indústria fonográfica fará qualquer coisa para construir um novo modelo.

O que é necessário agora é criar a nova indústria da música – o big bang para a música – parecida com quando o mercado financeiro do Reino Unido mudou para transações eletrônicas dinâmicas a um só golpe e, da noite pro dia, tornou-se uma potência global. O que precisa ser feito é criar um direito digital para a música que abranja streaming e download, com a execução pública e os royalties fonomecânicos embutidos, tudo licenciável através de uma agência digital tecnologicamente eficiente onde o ônus resida na entrada do conteúdo e não na saída. Não é a blanket license (licença branca) que alguns exigiram, mas um enquadramento da estrutura da indústria para que os clientes de música do século XXI – consumidores e empresas – possam entender.

Advogados e contadores criaram as complexidades, pessoas de negócios e executivos verdadeiramente criativos tem que desvendá-las e reconstrui-las. Essa é uma proposta pela qual vale pedir ajuda ao governo. Se este projeto não for iniciado de forma correta, não aos poucos e já, então o mercado continuará a fazer o que está fazendo pela indústria e se revelará a si mesmo. Quanto tempo antes da EMI implodir sob a pressão massiva de uma gravadora e editora que continua a não conversar entre si (ou compartilhar bancos de dados de Propriedade Intelectual)? Quanto tempo até que os encargos dessaa dívida sejam tão duros que nenhum dos líderes saberá de que maneira conduzi-los? Guy Hands tem uma reputação de re-arquitetar a estrutura de indústrias onde entra. Ele precisa começar a trabalhar rápido nesta indústria se espera ter uma chance de sair da lama de forma positiva.

As questões sobre Propriedade Intelectual precisam ser endereçadas e precisam lidar com o nível institucional, de licenciamento e com o artista. Selos precisam reconstruir fundamentalmente seu relacionamento com os artistas para então tornarem-se transparentes e responsáveis e ganhar a cooperação de seus parceiros.

Quando as coisas se tornam difíceis como estão agora. Os antigos e estabelecidos players contam piadas dizendo que estarão aposentados antes que o edifício desmorone completamente e então alguma outra pessoa poderá arrumar a bagunça – enquanto isso eles possuem seus próprios alvos e bônus para pensar a respeito. Essa cultura acabou e o sangue já está no tapete. Em breve não haverá mais muito espaço no tapete sob o qual sangrar. Uma reforma fundamental é necessária e já.

No evento Innovate09 deste ano, Lord Mandelson chamou o Reino Unido para inovar no caminho de saída da recessão. Ele encorajou os empreendedores e empresários a acharem novas maneiras de fazer negócio. “Por que desperdiçar uma boa recessão?”, perguntou ele jovialmente. As 800.000 pessoas que trabalham nas indústrias criativas e os 400.000 trabalhadores com tarefas criativas em outras indústrias estão olhando para a indústria fonográfica. Estão imaginando se a experiência precoce que essa indústria teve que lidar com o ataque das mídias digitais e o desafio da internet pode fornecer um modelo para ajudá-los já que o resto do setor tambémsofre. Eles estão de olho e até mesmo unindo-se já que a resposta da indústria é atacar os consumidores como “piratas” e procurar uma legislação retrógrada para parar o compartilhamento de arquivos. Na Suécia – isso já ocorreu e o anonimato é a ordem do dia. Então o Reino Unido está liderando e eles estão nos seguindo, mas para qual destino?

Inove para sair da recessão, inove na internet – estes são sentimentos bonitos, mas apenas parte da história. A indústria da música precisará de uma reforma fundamental de suas ofertas de Propriedade Intelectual, de sua relação com criadores e de sua relação com os clientes – e é preciso liderança para fazer isso acontecer.

1.2 milhões de empregados de indústrias criativas precisam de mais encorajamento do que podem encontrar hoje. Se a indústria vai demonstrar de maneira construtiva que está fazendo esforços reais para mudar – e não apenas reformas cosméticas como o acordo Virgin-Media – mas uma mudança radical e fundamental, então estará cheio de gente no governo do Reino Unido e da Europa que lhe dará as  boas vindas e procurará ajudar (se esse é o tipo de auxilio que queremos é outra história), mas vamos começar agora!


Fan-To-Fan no jornal Estado de SP

September 21st, 2009 Phonobase Music Services Posted in Divulgação, Indústria Fonográfica, Música Digital 2 Comments »

Link - Estado de SP

Vida Digital: Jumbo Elektro
Grupo acredita que, em tempos de MP3, cada artista deve descobrir novas formas de comercializar sua música

por Rafael Cabral

Há algum tempo, a indústria musical tinha um modelo de negócios que adaptava para praticamente qualquer artista: a venda de um suporte físico, até então o único meio de dar às pessoas algum tipo de posse sobre aqueles sons. Sempre deu certo – não mais depois que surgiu a internet e o compartilhamento entre usuários. A web inverteu tudo: a posse agora é o conteúdo; o objeto físico, um fetiche; e não há mais um modelo de negócios definido, mas vários.

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Phonobase launches Fan2Fan Platform

September 16th, 2009 Phonobase Music Services Posted in Cultura Auditiva, Divulgação, Indústria Fonográfica, Marketing No Comments »

Phonobase Music Services launches a fan-to-fan platform for the release of Terrorist, second album of the Brazilian electro-rock band Jumbo Elektro.

Phonobase Music Services, a Brazilian music company from São Paulo, has developed an innovative fan-to-fan platform for the release of Jumbo Elektro’s new album Terrorist!?

The system allows fans to create their own online stores for the album available in MP3 (128 and 320kbps), FLAC, WAV and CD. Each sale generates a commission ranging from 5 to 20% (depending on the product) to the fan “owner” of the store.

The platform works as follows: the fans fills a registration form and provide some personal information and an account for an online payment service (like PayPal) through which will receive the commissions. Once the registration is approved, the fan receives a link to their unique store. Then, he just need to spread the word, sell and earn commissions. When reaching a minimum of $5.00 in commissions, the fan gets the money through the online payment system.

Before the release of the platform, Phonobase had provided the album in different formats and prices: a free 128kbps MP3 album, a 320kbps MP3 version ($1.00), FLAC ($ 1.75), WAV ($ 2.50) and, finally, the CD + MP3 ($6.00). The value of the commissions paid to fans varies to each product. For the album in 320kbps MP3 the commission is 5%, FLAC 8%, 10% for the album in WAV and 15% for the CD + MP3 package.

Here’s one fan’s store (in Portuguese):
http://www.phonobase.com/jumbo/fan2fan/user/djerdjwn/

About Phonobase Music Services

Phonobase Music Services is a brazilian company founded in 2007 and based in São Paulo. The company came up to develop projects and services related to music in all its aspects, from creation and production of musical works to the manufacture of products related directly or indirectly to music. In this sense, Phonobase Music Services classifies itself as a service provider that works with creativity and think the music industry in a comprehensive manner, seeking to open new markets in which the music – in its various forms – can act as an agent in sphere of culture, entertainment and marketing.

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