Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá I: dar música de graça.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá II: press kit.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá III: sorteio de camiseta na webrádio gratuita da CBNC (Comunidade das Bandas que Ninguém Conhece). Seguida da execução da música de trabalho desconhecida.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá IV: ficar amigo do programador do festival da Conchinchina e convidá-lo para tomar cerveja fria no bar da esquina.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá V: robôs que aumentam os plays e views do MySpace e YouTube.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá VI: scripts automáticos no Twitter para aumentar o número de seguidores.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá VII: usar softwares caçadores de emails para “incrementar” o mailing list da banda.

Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá VIII: pedir favores ao amigo do amigo do amigo da sua tia que trabalha na Globo.


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3 Responses to “Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá”

  1. Micro-Estruturas Invisíveis do Jabá http://bit.ly/d6hyHH

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  2. Prefiro pensar que jabá mesmo é anticompetitivo talvez como o scripts do twitter, ou os robos. Jabá é pagar para tocar no festival movido a edital, por exemplo.Jabá é conseguir critica no jornal ou no blog mediante pagamento explicito, no espaço supostamente editado. Jabá não é fazer amigos e influenciar pessoas, não há como traçar a linha, mesmo inventando o nano jabá. Mas é uma boa discussão, inclusive para agregar o apodo “jabazeiro” aos anticompetitivos que usam poder financeiro para brincar na Música.

  3. Difícil separar jabá de networking…
    Gosto de pensar no jabá como “jogar sujo no networking”.

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